terça-feira, 1 de setembro de 2015

Zurique

     Zurique foi o ponto de início e fim da nossa segunda viagem pela Europa, em jul/ago de 2015. Chegando ao aeroporto, pegamos o carro que alugamos para percorrer nossos destinos: Suíça, França, Alemanha e Áustria.
 
 
     Iniciamos o nosso primeiro dia com um passeio pelo centro de Zurique, andando pela Bahnhofstrasse, uma das principais ruas da cidade, onde paramos já tarde para almoçar no restaurante Zeughauskeller. Depois da pausa para o almoço, seguimos para o centro histórico, nas proximidades do rio Limmat. À noite, fomos até praça Bellevue, onde está a Operhaus, ópera de Zurique.


Rio Limmat
 


Nosso almoço: a típica salsicha do restaurante Zeughauskeller
 
 No Niederdorf, centro histórico de Zurique, subimos a colina Lindenhof, de onde se tem uma bela vista da cidade.
 
Vista da cidade do topo da colina Lindenhof. Ao fundo, a Grossmünster, igreja protestante cartão postal de Zurique.
 

Fizemos uma pausa no histórico café Odeon, na praça Bellevue.

Delicioso apfelstrudel no Café Odeon

     No último dia da viagem, retornamos a Zurique, de onde partiríamos para o Brasil. Fizemos um passeio tranquilo novamente pelo rio Limmat. Depois, nas ruas do Niederdorf, paramos para jantar um fondue. No dia seguinte, nos despedimos da cidade e da Europa.

Passeio pelo rio Limatt no nosso último dia em Zurique



Fondue no Niederdorf
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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Você sabe o que é Medicina Baseada em Evidências?


           



            A Medicina Baseada em Evidências é definida como o elo entre a boa pesquisa científica e a prática clínica. É simplesmente no que o médico deve se basear em todo momento na profissão!

Nem sempre o conhecimento científico se comprova de fato no ser humano. Por exemplo, um medicamento que tenha um mecanismo de ação comprovado por estudos em laboratório, que inicialmente pareça útil no tratamento de determinada doença, é liberado depois de diversos testes para o tratamento de pessoas. Há provas científicas disponíveis nesse momento, porém ainda será necessário a aplicação de seus resultados na prática clínica.

São então realizados novos estudos, que irão avaliar a eficácia, efetividade, eficiência e segurança. A eficácia diz respeito ao tratamento que funciona em condições de mundo ideal. A efetividade diz respeito ao tratamento que funciona em condições do mundo real. A eficiência diz respeito ao tratamento barato e acessível para que os pacientes possam dele usufruir.  E, por último, a segurança significa que uma intervenção possui características confiáveis que tornam improvável a ocorrência de algum efeito indesejável para o paciente.

É importante observar a qualidade das fontes de evidência em que se baseia uma recomendação para adotar ou não adotar uma conduta e avaliar outras dimensões, como a transparência dos dados e do método usado, buscando o acesso a estudos  bem delineados nas bases de dados da área da saúde.

A indústria farmacêutica muitas vezes se apropria de estudos para favorecer a aprovação de novas drogas de acordo com interesses comerciais. E há médicos charlatões que se beneficiam disso, capazes de usar qualquer argumento para apoiar suas alegações.

Boas pesquisas científicas objetivam reduzir a incerteza na área da saúde para ajudar na tomada de melhores decisões clínicas e para melhorar a vida das pessoas. Por isso, a Medicina Baseada em Evidências propõe que a prática médica seja alicercada em evidências sólidas e confiáveis.

 

 
 
Como saber se as condutas de um médico seguem a Medicina Baseada em Evidências?

 
É assim que ganham sentido as falas que ouvimos com frequência de que “o médico terá que estudar muito, por toda a vida”, ou de que “o médico tem que estar sempre atualizado”.


A questão relevante da Medicina Baseada em Evidências é de como se pode estabelecer, através dela, a efetividade e a eficiência nas condutas médicas, pois há necessidade de integração da experiência do médico com as melhores evidências extraídas das evidências de estudos.


Para alguém que não seja da área da saúde, pode ser difícil identificar se um médico está ou não tomando condutas com base nessas evidências. No entanto, algo que pode ajudar é estar atento à formação do médico.


A Residência Médica oferece ao médico o aprimoramento de habilidades técnicas, raciocínio clínico, capacidade de tomar decisões e estimula a capacidade de crítica da atividade médica, considerando-a em seus aspectos científicos, éticos e sociais.


Durante a Residência Médica, somos bem treinados a basear as nossas condutas na Medicina Baseada em Evidências, pois o dia-a-dia é de intensa prática (carga horária de no mínimo 60 horas semanais por no mínimo 2 anos consecutivos) supervisionada por médicos especialistas, além de atividades teóricas, como aulas e leitura de artigos publicados recentemente em importantes revistas científicas. Tem-se assim um grande aprendizado, com adoção de hábitos essenciais para a boa prática médica.



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sábado, 10 de janeiro de 2015

Amsterdã

Fomos primeiramente até a principal estação ferroviária de Amsterdã, a Amsterdam Centraal, onde chegamos de trem.

Amsterdam Centraal


    Seguimos caminhando pelas ruas, observando a arquitetura e os lindos canais. Na hora do almoço, sentamos num restaurante e pedimos pints de cerveja enquanto aguardamos os pratos.



 
 
Depois fomos visitar o Vondelpark Ali se encontram o museu Van Gogh e o Rijksmuseum, além do famoso letreiro "I AMSTERDAM".


 

 
Continuamos o passeio a pé por Amsterdã indo até as proximidades do Red Light District. Lá conhecemos um coffeshop, o Bulldog, e vimos as famosas mulheres seminuas nas vitrines. Por ser um local turístico, o Red Light é lotado.
 

 
Por fim, à noite fomos para a Praça Dam, onde o parque de diversões iluminado contrastando com a arquitetura antiga da cidade formou uma bela vista.
 
 
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Barcelona (parte 2)

Nosso segundo dia em Barcelona iniciou-se com a visita à Sagrada Família, a igreja inacabada de Gaudi.

Sagrada Família

Sagrada Família, vista enorme ao fundo

Depois andamos algumas quadras, até o Hospital de Sant Pau, um belo conjunto arquitetônico considerado Patrimônio da Humanidade.


Hospital de Sant Pau

Seguimos para o Parque Güell, um grande parque urbano com elementos arquitetônicos e uma das principais obras de Gaudi.



Parque Güell. Impressionante a disposição das pedras.

Fachada externa - Parque Güell
 Fomos depois até Montjuïc, uma colina de Barcelona de onde se domina visualmente o porto e a zona antiga da cidade. Lá está o Museu Nacional d'Art de Catalunya, situado no Palácio Nacional, no Parque de Montjuïc.
 
Palácio Nacional, onde está o Museu Nacional d'Art de Catalunya


Vista do Palacio
Estadio Olímpico de Montjuïc

Seguimos para a praia e almoçamos a beira-mar. Pedimos um chopp gelado, moluscos de entrada e pratos de peixes.


Depois, mais um passeio pela praia e de tardezinha retornamos ao hotel. À noite também escolhemos as proximidades da praia para passear e nos despedir da cidade.
 


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Medicina Integrativa: arte do cuidado

 
 
Na mitologia grega, o centauro Quíron possuía a imortalidade e um corpo metade cavalo e metade homem. Vivia entre os homens e era um exímio médico, além de ensinar música e as artes da guerra e da caça. Após ser atingido por uma flecha envenenada de Hércules, passou a sentir fortes dores e compreendeu que a melhor maneira de curar sua ferida era conhecer bem o ponto de sensibilidade. Ele sabia que essa ferida jamais cicatrizaria, mas buscava a melhor forma de viver com a dor, apontando para a gênese da doença e vivendo assim por longo período quando orientou vários curadores.

Asclépio foi enviado ao monte Pélion para ser educado por Quíron, deus que trabalhava e agia com as mãos porque era cirurgião e grande médico, e com sabedoria para compreender seus pacientes mediante o diálogo, considerado um dos remédios da cura. Asclépio, como discípulo de Quíron, desenvolveu uma verdadeira escola de Medicina na cidade de Epidauro e, com seu método, preparava o caminho para seus alunos, entre eles, Hipócrates (460 a.C.), que aprendeu a substituir a ação generosa ou cruel dos deuses, pela observação direta dos seus pacientes, descrito posteriormente no Corpus Hippocraticum no qual era restabelecida a existência da força curativa inerente aos organismos vivos denominada de "poder curativo da natureza".

Diante de tais forças naturais descritas por Hipócrates, o papel do médico, transitando entre o ato de curar e a arte de cuidar, passa então por novas interpretações: a criação de condições para o processo de cura e a assistência para otimizar o potencial de desenvolvimento de sujeitos autônomos e pensantes.
 
Conforme Paulo Freire propõe quando afirma que "O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. (…) Saber que devo respeito exige de mim uma prática em tudo, coerente com este saber".

A Organização Mundial da Saúde (OMS) conceitua "Saúde" não apenas como a ausência de doença, mas como um perfeito estado de bem-estar físico, mental, social e espiritual. Cura, do latim "sanare" ou "curare", possui também como significado a cura dos males da alma.
 
Medicina integrativa, segundo o Dr. Paulo de Tarso Lima, membro do Programa de Medicina Integrativa da Universidade do Arizona (EUA) e médico responsável pelo Programa de Medicina Integrativa do Hospital Israelita Albert Einstein, é uma abordagem orientada para um sentido mais amplo de cura, que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e espírito. Enfatiza as relações entre o paciente e o médico, e combina tratamentos convencionais e terapias complementares cuja segurança e eficácia tenham sido cientificamente provadas.

"Ousaríamos caminhar por experiências do nosso novo mundo que se autocura ou se autodestrói, integrando as práticas meditativas às lógicas de formação humana, segundo as quais ouvir é primordial para cuidar. Essa ousadia é acrescida ao respeito mútuo quando possibilita uma revisão constante nos projetos de aprender e/ou ensinar, aceitando que o conhecimento é fluido e adaptável às realidades humanas tão diversificadas. (...) Assim, os espaços serão terapêuticos na medida em que as intervenções dos profissionais forem interdisciplinares e capazes de mesclar teorias em prol do poder autocurativo das pessoas."

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Barcelona (parte1)

    Em Barcelona, começamos pelo Passeig de Gràcia, onde foram construídos importantes edifícios pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí  por volta de 1900.  A Casa Batlló  e a Casa Milà, ou La Pedrera, são consideradas por críticos obras tão ousadas que, mesmo com o prestígio de Gaudi, não deixam de nos provocar um certo estranhamento!


Casa Milà (La Pedrera)



Casa Batlló

Seguimos para Las Ramblas, local de grande movimentação que liga a Praça da Catalunha ao Porto Velho em Barcelona. Foi onde sentamos para almoçar uma típica paella. E para beber pedi uma sangria espanhola.

 
Almoço em Las Ramblas
 
Depois caminhamos até  porto e descemos para a praia.
 

 Praça do Portal da Paz (em frente ao Porto de Barcelona)

Porto
Praia Barceloneta
 
 Um desejo de doce e um descanso em frente ao mar

No fim da tarde, fomos conhecer o velho Bairro Gótico, um labirinto repleto de construções antigas. Impressionante a Catedral de Barcelona e os detalhes da arquitetura.



Catedral de Barcelona

Já era noite quando chegamos ao Arco do Triunfo de Barcelona. Lindo!


Arco do Triunfo

À noite saímos para comer. Fomos até Las Ramblas e aproveitando o calor de Barcelona pedimos duas canecas de chopp. E dois fartos pratos...


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

LONDRES (parte 2)


 
Começamos nosso segundo dia em Londres por Camden Town, um lugar bem alternativo que tem os mercados como grande atração turística. Lá se encontra bens de todos os tipos, incluindo moda, livros, música, comida, antiguidades, velharias...
 


Camden Town

Seguimos depois para a visita ao British Museum, onde entre os destaques do acervo vimos os hieróglifos egípcios, a história da Mesopotâmia, Egito e Grécia. Lá os museus são gratuitos.


British Museum

Fomos depois para Westminster. Passamos pelo “Horse Guards Parade”, sede da cavalaria Real Britânica, e pela Abadia de Westminster.


Horse Guards Parade e guarda


Abadia de Westminster

Depois, vimos a imponente construção do Palácio de Westminster, sede do parlamento inglês, onde fica o famoso Big Ben.

Palácio de Westminster

Atravessamos a ponte de Westminster e chegamos ao London Eye. Escureceu e tivemos uma bela vista com Londres iluminada!

Ao fundo o Palácio de Westminster e o London Eye à esquerda


Na manhã do terceiro dia, com chuva, fomos ao Palácio de Buckingham, residência oficial e principal local de trabalho do monarca do Reino Unido em Londres.


Palácio de Buckingham ao fundo

Seguimos depois em direção à Trafalgar Square para visitar a Nacional Gallery, ali localizada, um dos mais importantes museus do mundo.

Trafalgar Square

À tarde, caminhamos pelas principais ruas do centro de Londres: Oxford Street e Regent Street. E fizemos um passeio num bus inglês.

Centro de Londres
 
À noite, fomos num pub próximo ao nosso hotel e nos despedimos de Londres.


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