quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Barcelona (parte 2)

Nosso segundo dia em Barcelona iniciou-se com a visita à Sagrada Família, a igreja inacabada de Gaudi.

Sagrada Família

Sagrada Família, vista enorme ao fundo

Depois andamos algumas quadras, até o Hospital de Sant Pau, um belo conjunto arquitetônico considerado Patrimônio da Humanidade.


Hospital de Sant Pau

Seguimos para o Parque Güell, um grande parque urbano com elementos arquitetônicos e uma das principais obras de Gaudi.



Parque Güell. Impressionante a disposição das pedras.

Fachada externa - Parque Güell
 Fomos depois até Montjuïc, uma colina de Barcelona de onde se domina visualmente o porto e a zona antiga da cidade. Lá está o Museu Nacional d'Art de Catalunya, situado no Palácio Nacional, no Parque de Montjuïc.
 
Palácio Nacional, onde está o Museu Nacional d'Art de Catalunya


Vista do Palacio
Estadio Olímpico de Montjuïc

Seguimos para a praia e almoçamos a beira-mar. Pedimos um chopp gelado, moluscos de entrada e pratos de peixes.


Depois, mais um passeio pela praia e de tardezinha retornamos ao hotel. À noite também escolhemos as proximidades da praia para passear e nos despedir da cidade.
 


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Paris - Segundo dia (parte 2)

Medicina Integrativa: arte do cuidado

 
 
Na mitologia grega, o centauro Quíron possuía a imortalidade e um corpo metade cavalo e metade homem. Vivia entre os homens e era um exímio médico, além de ensinar música e as artes da guerra e da caça. Após ser atingido por uma flecha envenenada de Hércules, passou a sentir fortes dores e compreendeu que a melhor maneira de curar sua ferida era conhecer bem o ponto de sensibilidade. Ele sabia que essa ferida jamais cicatrizaria, mas buscava a melhor forma de viver com a dor, apontando para a gênese da doença e vivendo assim por longo período quando orientou vários curadores.

Asclépio foi enviado ao monte Pélion para ser educado por Quíron, deus que trabalhava e agia com as mãos porque era cirurgião e grande médico, e com sabedoria para compreender seus pacientes mediante o diálogo, considerado um dos remédios da cura. Asclépio, como discípulo de Quíron, desenvolveu uma verdadeira escola de Medicina na cidade de Epidauro e, com seu método, preparava o caminho para seus alunos, entre eles, Hipócrates (460 a.C.), que aprendeu a substituir a ação generosa ou cruel dos deuses, pela observação direta dos seus pacientes, descrito posteriormente no Corpus Hippocraticum no qual era restabelecida a existência da força curativa inerente aos organismos vivos denominada de "poder curativo da natureza".

Diante de tais forças naturais descritas por Hipócrates, o papel do médico, transitando entre o ato de curar e a arte de cuidar, passa então por novas interpretações: a criação de condições para o processo de cura e a assistência para otimizar o potencial de desenvolvimento de sujeitos autônomos e pensantes.
 
Conforme Paulo Freire propõe quando afirma que "O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. (…) Saber que devo respeito exige de mim uma prática em tudo, coerente com este saber".

A Organização Mundial da Saúde (OMS) conceitua "Saúde" não apenas como a ausência de doença, mas como um perfeito estado de bem-estar físico, mental, social e espiritual. Cura, do latim "sanare" ou "curare", possui também como significado a cura dos males da alma.
 
Medicina integrativa, segundo o Dr. Paulo de Tarso Lima, membro do Programa de Medicina Integrativa da Universidade do Arizona (EUA) e médico responsável pelo Programa de Medicina Integrativa do Hospital Israelita Albert Einstein, é uma abordagem orientada para um sentido mais amplo de cura, que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e espírito. Enfatiza as relações entre o paciente e o médico, e combina tratamentos convencionais e terapias complementares cuja segurança e eficácia tenham sido cientificamente provadas.

"Ousaríamos caminhar por experiências do nosso novo mundo que se autocura ou se autodestrói, integrando as práticas meditativas às lógicas de formação humana, segundo as quais ouvir é primordial para cuidar. Essa ousadia é acrescida ao respeito mútuo quando possibilita uma revisão constante nos projetos de aprender e/ou ensinar, aceitando que o conhecimento é fluido e adaptável às realidades humanas tão diversificadas. (...) Assim, os espaços serão terapêuticos na medida em que as intervenções dos profissionais forem interdisciplinares e capazes de mesclar teorias em prol do poder autocurativo das pessoas."

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Barcelona (parte1)

    Em Barcelona, começamos pelo Passeig de Gràcia, onde foram construídos importantes edifícios pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí  por volta de 1900.  A Casa Batlló  e a Casa Milà, ou La Pedrera, são consideradas por críticos obras tão ousadas que, mesmo com o prestígio de Gaudi, não deixam de nos provocar um certo estranhamento!


Casa Milà (La Pedrera)



Casa Batlló

Seguimos para Las Ramblas, local de grande movimentação que liga a Praça da Catalunha ao Porto Velho em Barcelona. Foi onde sentamos para almoçar uma típica paella. E para beber pedi uma sangria espanhola.

 
Almoço em Las Ramblas
 
Depois caminhamos até  porto e descemos para a praia.
 

 Praça do Portal da Paz (em frente ao Porto de Barcelona)

Porto
Praia Barceloneta
 
 Um desejo de doce e um descanso em frente ao mar

No fim da tarde, fomos conhecer o velho Bairro Gótico, um labirinto repleto de construções antigas. Impressionante a Catedral de Barcelona e os detalhes da arquitetura.



Catedral de Barcelona

Já era noite quando chegamos ao Arco do Triunfo de Barcelona. Lindo!


Arco do Triunfo

À noite saímos para comer. Fomos até Las Ramblas e aproveitando o calor de Barcelona pedimos duas canecas de chopp. E dois fartos pratos...


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

LONDRES (parte 2)


 
Começamos nosso segundo dia em Londres por Camden Town, um lugar bem alternativo que tem os mercados como grande atração turística. Lá se encontra bens de todos os tipos, incluindo moda, livros, música, comida, antiguidades, velharias...
 


Camden Town

Seguimos depois para a visita ao British Museum, onde entre os destaques do acervo vimos os hieróglifos egípcios, a história da Mesopotâmia, Egito e Grécia. Lá os museus são gratuitos.


British Museum

Fomos depois para Westminster. Passamos pelo “Horse Guards Parade”, sede da cavalaria Real Britânica, e pela Abadia de Westminster.


Horse Guards Parade e guarda


Abadia de Westminster

Depois, vimos a imponente construção do Palácio de Westminster, sede do parlamento inglês, onde fica o famoso Big Ben.

Palácio de Westminster

Atravessamos a ponte de Westminster e chegamos ao London Eye. Escureceu e tivemos uma bela vista com Londres iluminada!

Ao fundo o Palácio de Westminster e o London Eye à esquerda


Na manhã do terceiro dia, com chuva, fomos ao Palácio de Buckingham, residência oficial e principal local de trabalho do monarca do Reino Unido em Londres.


Palácio de Buckingham ao fundo

Seguimos depois em direção à Trafalgar Square para visitar a Nacional Gallery, ali localizada, um dos mais importantes museus do mundo.

Trafalgar Square

À tarde, caminhamos pelas principais ruas do centro de Londres: Oxford Street e Regent Street. E fizemos um passeio num bus inglês.

Centro de Londres
 
À noite, fomos num pub próximo ao nosso hotel e nos despedimos de Londres.


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Paris - Segundo dia (parte 1)


Paris - Segundo dia (parte 2)





 





 

LONDRES (parte 1)

 
Começamos o passeio no nosso primeiro dia em Londres à tarde, num clima bem frio. Fomos conhecer a Tower Bridge, bela ponte sobre o Rio Tâmisa.


Tower Bridge
 





Ficamos até anoitecer apreciando essa paisagem linda...
 
Depois fizemos uma longa caminhada, passando por St. Paul's Cathedral, Trafalgar Square, e fomos conhecer a noite londrina na Piccadilly Circus, uma zona bem agitada da capital britânica.

St. Paul's Cathedral


Trafalgar Square (ao fundo a National Gallery)


Piccadilly Circus

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http://www.liveforexperiences.blogspot.com.br/2015/01/paris-primeiro-dia-em-paris-fomos.html


Paris - Segundo dia (parte 1)
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Terapias Anti-Envelhecimento: existe pílula milagrosa?

 


 
O ser humano está em constante busca por tratamentos que satisfaçam a obsessão pela juventude e pela beleza.

 

A busca incessante por fórmulas anti-envelhecimento tem exposto pessoas a substâncias de segurança duvidosa para uso a longo prazo ou sem eficácia comprovada por estudos de relevância no meio científico.

 

Há até mesmo possibilidade de graves efeitos adversos, como aumento de risco de alguns cânceres. Além disso, pesquisas mostram que a reposição de hormônios pode modificar algumas alterações do processo de envelhecimento, mas é incapaz de revertê-las promovendo rejuvenescimento.

 

 

De fato, o envelhecimento é inevitável, mas é possível que ele ocorra com mais qualidade e saúde. Dieta balanceada, exercícios físicos regulares, evitar estresse, dormir bem, não fumar são alguns hábitos que comprovadamente ajudam na prevenção de doenças

 

O problema é que muitas pessoas, atrás de falsas promessas de retardar o envelhecimento, buscam tratamentos hormonais profissionais inabilitados para tal. Conforme o Conselho Federal de Medicina (CFM), não há comprovação de que terapias com hormônios influenciem no envelhecimento ou até mesmo promovam emagrecimento, com clara proibição da prática

 

SAIBA O QUE DIZ A RESOLUÇÃO CFM 1.999/2012

 

Ficam vedados o uso e divulgação dos seguintes procedimentos e respectivas indicações da chamada medicina antienvelhecimento:

 

I. Utilização do ácido etilenodiaminatetraacetico (EDTA), procaína, vitaminas e antioxidantes referidos como terapia antienvelhecimento, anticâncer, antiarteriosclerose ou voltadas para o tratamento de doenças crônico- degenerativas;

 

II. Quaisquer terapias antienvelhecimento, anticâncer, antiarteriosclerose ou voltadas para doenças crônico-degenerativas, exceto nas situações de deficiências diagnosticadas cuja reposição mostra evidências de benefícios cientificamente comprovados; 

III. Utilização de hormônios, em qualquer formulação, inclusive o hormônio de crescimento, exceto nas situações de deficiências diagnosticadas cuja reposição mostra vidências de benefícios cientificamente comprovados; 

 

De acordo com a Resolução CFM 1999/2012, a reposição de deficiências de hormônios e de outros elementos essenciais se fará somente em caso de deficiência específica comprovada e que tenham benefícios cientificamente comprovados:

 

IV. Tratamentos baseados na reposição, suplementação ou modulação hormonal com os objetivos de prevenir, retardar, modular e/ou reverter o processo de envelhecimento, prevenir a perda funcional da velhice, prevenir doenças crônicas e promover o envelhecimento saudável;

 

V. A prescrição de hormônios conhecidos como “bioidênticos” para o tratamento antienvelhecimento, com vistas a prevenir, retardar e/ou modular processo de envelhecimento, prevenir a perda funcional da velhice, prevenir doenças crônicas e promover o envelhecimento saudável; 

VI. Os testes de saliva para dehidroepiandrosterona (DHEA), estrogênio, melatonina, progesterona, testosterona ou cortisol utilizados com a finalidade de triagem, diagnóstico ou acompanhamento da menopausa ou a doenças relacionadas ao envelhecimento, por não apresentar evidências científicas para a utilização na prática clínica diária.


 
Diversos hormônios diminuem com a idade,  mas não há comprovação de que isso seja responsável pelo envelhecimento.

 

A reposição de hormônio feminino está indicada na menopausa para tratamento dos sintomas do climatério, tendo papel na prevenção da osteoporose. No entanto, cada caso deve ser avaliado com cautela, levando em consideração o tempo de tratamento, controle para câncer de mama e endométrio e para doenças cardiovasculares e problemas vasculares.

 

A reposição hormonal masculina com testosterona é recomendada em alguns casos de deficiência comprovada com a dosagem hormonal, na presença de sintomas que possam ser revertidos com o tratamento. Nesse caso, alguns riscos devem ser avaliados, como a possibilidade de aumento do risco de câncer de próstata, maior chance de eventos cardiovasculares, aumento dos glóbulos vermelhos do sangue e piora da apnéia do sono.

 

O hormônio de crescimento - GH - embora traga a promessa de aumentar a massa muscular, perder gordura e até mesmo amenizar rugas, pode provocar efeitos ruins a longo prazo, como diabetes (ele estimula o metabolismo da glicose), pólipos intestinais e câncer hematológico. Em grande quantidade, pode causar crescimento das partes moles (como cartilagens), doença conhecida como acromegalia.

 

 

Vitaminas e antioxidantes em doses extras também não possuem comprovação de que irão evitar gripes, ajudar no crescimento ou estimular o interesse sexual. A quantidade necessária é facilmente obtida pelos alimentos. Já os antioxidantes são compostos que atuariam no metabolismo da célula, evitando seu envelhecimento, porém ainda não há evidência de que promovam rejuvenescimento, além de não serem isentos de riscos de intoxicação, levando a distúrbios digestivos, visuais e de pele.

 

Por trás disso, existe toda uma indústria estimulando o consumo. O problema é que as propagandas sempre falam de benefícios, mas nunca abordam os efeitos colaterais.

 

Portanto, alerta deve ser feito à população em relação ao uso indiscriminado desses hormônios. Esforços devem ser direcionados à melhora da capacidade funcional para que o envelhecimento seja saudável. E isto, graças ao investimento em alimentação saudável, exercícios, combate a vícios (como tabaco e álcool), prevenção e controle de doenças, prevenção de acidentes e quedas, uso parcimonioso e com indicação médica de medicamentos, manter a mente ativa, estreitar laços familiares e sociais.  


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